Não é verdade que o plano de governo de Flávio Bolsonaro prevê o fim dos concursos públicos. O concurso é a forma de ingresso no serviço público estabelecida pela Constituição e continuará existindo, porque quem estuda, se dedica e conquista sua vaga por mérito merece respeito.
O que a proposta prevê é um "tesouraço" na máquina pública: pelo menos dez ministérios a menos, redução de cargos comissionados, menos indicações políticas e corte de despesas administrativas.
Ao mesmo tempo, o plano prevê o fortalecimento das carreiras de Estado, com melhor remuneração para os servidores e a modernização da administração pública.
Concursado é mérito. Cargo de indicação é escolha política. O Brasil precisa de um Estado mais enxuto e eficiente, sem tirar a oportunidade de quem se prepara para servir ao país.
O corte é na máquina, não no concurso.



