O Estado brasileiro possui o vício de enxergar a realidade em pedaços. A administração pública foi organizada para enfrentar problemas de forma isolada, enquanto a vida dos brasileiros acontece exatamente de maneira oposta. A insegurança restringe a liberdade de ir e vir, afeta o trabalho, desestimula o empreendedorismo e transforma a rotina das famílias. Uma doença compromete o orçamento familiar; a falta de apoio no cuidado com crianças e idosos dificulta a permanência de pais e mães no mercado de trabalho; uma educação de baixa qualidade reduz oportunidades e compromete o futuro de toda uma geração.
Se os desafios enfrentados pelos brasileiros estão conectados, a resposta do governo também precisa ser integrada. Governar é olhar para a vida das pessoas como ela realmente é.
Quem trabalha de sol a sol para sustentar a família não formula suas dúvidas em termos de ministérios. As perguntas são outras: como pago as contas este mês? Como consigo um emprego melhor? Como cuido dos meus filhos? Como tenho certeza de que todos voltam para casa em segurança? Como saio do auxílio pelas minhas próprias pernas? Como compro minha primeira casa? Como abro meu próprio negócio?
Essas perguntas nunca foram tão difíceis de responder. Nos últimos anos, a vida ficou mais cara e mais incerta, e a razão tem nome: o gasto público sem controle. Quando o Estado gasta mais do que arrecada, a conta não desaparece, ela volta para a família em forma de imposto no preço, de juro no cartão e de dinheiro que compra menos no fim do mês.
O Brasil já viveu esse filme. No segundo trimestre de 2014, o país entrou na maior recessão de sua história. Não foi acaso nem azar, foi a escolha de um modelo que incha a máquina pública e gasta mais do que pode. E esse modelo se repete hoje: mesmo arrecadando como nunca, o governo atual gasta ainda mais, e a dívida pública, que havíamos reduzido entre 2019 e 2022, voltou a crescer de forma acelerada, um salto de cerca de 13 pontos do PIB em apenas quatro anos. Depois de quase duas décadas no poder, com um intervalo de apenas seis anos, a tragédia que aí está tem a assinatura do PT. Insistir no mesmo caminho é condenar o Brasil a perder mais um tempo que ele não tem.
Nós já mostramos que dá para fazer diferente: mesmo diante da maior pandemia em cem anos, fizemos a dívida cair. Há outro caminho, e é o que este Plano apresenta: o caminho de volta ao equilíbrio, para que a vida caiba no orçamento e o esforço de cada família volte a valer a pena.
Nesta escolha, o que está em jogo não é qual candidatura vence, é o próprio Brasil. Continuar no mesmo caminho é condená-lo a perder; mudar é a chance de fazê-lo vencer de novo.
Este Plano foi organizado para responder a essas perguntas, fazendo o Brasil crescer e melhorando a vida das famílias no seu dia a dia. É por isso que ele existe: para que o Brasil volte a vencer.
Nossos valores Nossa forma de governar permanece fiel a valores que consideramos inegociáveis e que sustentam a sociedade brasileira: o respeito à liberdade, à família, à vida desde a concepção, à propriedade privada, à democracia, à liberdade de expressão e à liberdade religiosa.
O papel do Estado não é tornar as pessoas dependentes do governo, mas criar as condições para que as famílias conquistem autonomia, prosperidade e liberdade. Manteremos e aperfeiçoaremos os programas sociais, porque nenhum brasileiro pode ficar para trás, mas a proteção não é o fim da linha: é o começo de uma trilha que leva à qualificação, ao trabalho, ao crédito e ao patrimônio. Apenas administrar carências é comodismo. Nossa missão é apoiar cada brasileiro na construção do próprio futuro, e acompanhar cada família em todas as etapas da vida, inclusive no cuidado com quem envelhece.
Essa forma de governar já demonstrou sua capacidade de produzir resultados concretos. Foi com esses princípios que o governo do Presidente Jair Bolsonaro enfrentou um dos períodos mais desafiadores da história recente, preservando a responsabilidade fiscal, fortalecendo a proteção às famílias mais vulneráveis, realizando reformas estruturantes e modernizando o Estado, mesmo diante da pandemia e dos impactos da guerra no cenário internacional.
A jornada do cidadão A vida de uma família não se divide em ministérios. Ela se organiza como uma trajetória: proteção, formação, trabalho, iniciativa, crédito, patrimônio e um envelhecimento digno. A maior parte dos capítulos deste Plano acompanha essa trajetória. A segurança protege a criança na escola e o comerciante no balcão. A simplificação do Estado poupa tempo de quem busca o primeiro emprego e de quem já se aposentou. O crédito serve a quem quer estudar, a quem quer empreender e a quem quer comprar a casa própria. E a tecnologia e a inteligência artificial estarão a serviço de toda a jornada, integrando informações, eliminando burocracias e aproximando o Estado de quem ele deve servir.
Mas a jornada de cada família acontece dentro de um país, e esse país também precisa funcionar. Por isso, ao lado dos capítulos que acompanham a vida do cidadão, este Plano dedica um eixo ao Brasil que precisa crescer: a infraestrutura, a energia, o agronegócio, a tecnologia e a inserção no mundo. Condições a quem quer trabalhar e produzir.
Como este Plano está organizado Brasil sem Medo, para sua família voltar para casa em paz Nossa jornada começa pelo direito de viver sem medo. Sem segurança não há trabalho, não há negócio aberto, não há criança brincando na rua de casa, não há futuro. É por isso que a primeira obrigação do nosso governo será devolver o Brasil às famílias brasileiras e tirá-lo das mãos do crime.
Brasil por Elas, fortalecer as mulheres é fortalecer a família Quando protegemos uma mulher, protegemos uma família. Este programa não é um capítulo à parte: ele percorre todos os eixos deste Plano, da proteção ao patrimônio.
Brasil sem Fila, seu tempo é seu Um governo que facilita a vida, e não que cria obstáculos. Um Tesouraco da Burocracia para integrar serviços, reunir o atendimento em um só lugar e acabar com o que trava o cidadão e o empreendedor.
Brasil Mais Barato, para sobrar dinheiro no fim do mês Menos imposto no que a família consome, conta de luz mais simples e mais barata, custo de transporte menor na prateleira do supermercado e crédito que não afunda o orçamento.
Brasil que Prepara, para sua família ter as ferramentas para vencer Educação de verdade, saúde acessível, esporte que forma e apoio no cuidado com crianças e idosos. Ninguém constrói futuro sem preparo e sem tempo.
Brasil que Prospera, para você conquistar o que é seu Proteção social como ponto de partida, trabalho que compensa, negócio próprio, a CAIXA como ferramenta de crédito e mobilidade social, e a casa própria. A jornada em que o cidadão conquista o que é seu pelo próprio esforço.
Brasil que Cresce, o país que dá condições a quem quer trabalhar e produzir Segurança jurídica, infraestrutura, energia, agronegócio, tecnologia, minerais críticos, meio ambiente, turismo e inserção no mundo. O país que funciona por baixo da vida de cada família e faz cada conquista ir mais longe.
Brasil que Cumpre a Constituição, regras que valem para todos e não mudam no meio do jogo Instituições fortes, cada Poder dentro de seus limites e um Tesouraco na Censura para garantir a liberdade de criticar sem medo. Regras iguais para todos: ninguém está acima da Constituição.
Brasil que Não Volta Atrás, para que isso seja permanente Tesouraco nos gastos públicas: equilíbrio fiscal, reforma do Estado, combate à corrupção e menos impostos. A garantia que tudo o que foi prometido tem lastro.
Um novo caminho O Brasil precisa de uma alternativa liberal, conservadora, reformista e corajosa: um Estado eficiente, que cumpra bem o que é seu dever, pare de atrapalhar quem trabalha e volte a servir o cidadão, respeitando seus valores.
Governar é devolver ao cidadão a segurança, a liberdade e as oportunidades para construir o próprio destino.
