O Tesouraço proposto no plano de governo de Flávio Bolsonaro parte de uma ideia simples: o Estado pertence ao cidadão que paga a conta. Por isso, o corte é na máquina, e não nos direitos da população.
A proposta prevê eliminar pelo menos 10 ministérios, reduzir cargos comissionados e despesas administrativas e acabar com penduricalhos e supersalários. Também prevê revisar o excesso de regras nas áreas tributária, previdenciária e trabalhista que trava a economia e encarece o governo. A digitalização dos serviços completa o ajuste: o atendimento fica mais rápido para o cidadão e mais barato para o Estado.
O segundo eixo é a gestão profissional. Estatais, fundos de pensão e agências reguladoras passarão a ser comandados por técnicos escolhidos por competência, não por indicação política. Esses dirigentes terão avaliações periódicas e todos os gastos serão transparentes. É a forma mais eficaz de prevenir a corrupção.



