O Bolsa Família continua. A proposta de Flávio Bolsonaro cria uma ponte de dois anos para quem consegue um emprego com carteira assinada ou abre o próprio negócio. Nesse período, a família continua recebendo o benefício enquanto se firma na nova renda. Se o emprego ou o negócio não der certo, ela volta automaticamente ao programa, sem burocracia e sem precisar começar do zero.
A ideia é que ninguém precise escolher entre o benefício e um trabalho formal. Hoje, muitas famílias recusam a carteira assinada por medo de perder o auxílio. Com a transição, conseguir um emprego deixa de ser um risco. O objetivo é dar segurança para crescer, não tirar direitos.

