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Flávio Bolsonaro 22, Presidente, vice Alfredo Gaspar
Brasil que Cresce

Desenvolvimento regional: reduzir a distância entre as regiões não deixar nenhuma região para trás

O Brasil só será plenamente desenvolvido quando reduzir a distância entre as suas regiões, e isso exige um esforço especial onde a desigualdade é maior: o Norte e o Nordeste. Não por assistência, mas por desenvolvimento, dando a essas regiões as condições de transformar a sua vocação em riqueza, emprego e futuro.

O Nordeste é uma região de gente trabalhadora e de enorme potencial. Por tempo demais foi tratado como problema, quando sempre foi solução. A prioridade é a água. Foi o governo Bolsonaro que fez as águas do São Francisco chegarem ao sertão, concluindo o Eixo Norte da Transposição, e vamos priorizar as obras hídricas que faltam para levar água a mais regiões do Nordeste. Mas fazer a água chegar é só o começo: vamos transformá-la em produção. Foi também no governo Bolsonaro que estruturamos e colocamos para produzir o Baixio do Irecê, o maior perímetro de irrigação da América Latina, que já transforma água e terra fértil em fruticultura, grãos, emprego e renda no campo, e vamos concluir sua expansão para multiplicar essa riqueza pelo sertão. Vamos viabilizar o Trem do Nordeste, 1.400 km de trilhos interligando Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza, abrindo um roteiro entre praias, cidades históricas e polos culturais para movimentar o turismo, a produção e a vida de quem vive ali. E porque não basta produzir, é preciso escoar, concluir a Transnordestina e ampliar o seu escopo para que a Paraíba e o Rio Grande do Norte sejam contemplados.

O Nordeste não é só o passado que resistiu, é o futuro que começa. Tem sol e vento de sobra para ser a capital da energia limpa do país, e é essa energia farta e competitiva que vai atrair os data centers e a nova indústria de tecnologia. Tem as terras raras, matéria-prima sem a qual não existe a economia do século 21. O Nordeste tem tudo para oferecer ao nordestino a chance de prosperar na sua própria terra, atraindo investimento, talento e oportunidade.

O Norte guarda o maior patrimônio natural do país, e seu futuro está em transformar a floresta preservada em riqueza. A bioeconomia é o caminho: gerar renda a partir da floresta em pé, com biotecnologia, fármacos, cosméticos e novos materiais a partir da biodiversidade, o manejo sustentável e a agregação de valor ao que a Amazônia produz, em vez de derrubá-la. Esse desenvolvimento respeita quem vive na região: os povos indígenas e as comunidades quilombolas terão autonomia para decidir sobre as atividades produtivas em suas terras, e o morador da floresta, o ribeirinho e o extrativista serão tratados como parceiros do desenvolvimento, não como obstáculo. A proteção da Amazônia contra o crime e a presença soberana do Estado, são detalhados no bloco sobre meio ambiente. Desenvolver o Norte é provar que preservar e prosperar podem caminhar juntos.

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Flávio 22 · Presidente

O Brasil que vamos construir é o Brasil que você sonhou.

Passe a verdade adiante: cada pessoa que sabe o que é verdade protege outra da mentira.