Toda família brasileira quer a mesma coisa: que o filho tenha uma vida melhor do que a sua. É o pacto silencioso de todo pai e toda mãe que acordam cedo, trabalham muito e economizam no próprio prato para que o filho estude e vá mais longe.
Preparar uma família para a vida envolve a criança que aprende a ler na idade certa e o jovem que sai da escola sabendo fazer algo que o mercado precisa. Envolve a mãe que só consegue trabalhar se tiver onde deixar o filho pequeno, e o filho que só cresce na carreira se tiver com quem deixar o pai idoso. Envolve a saúde, porque criança doente não aprende e adulto doente não trabalha. E envolve o esporte, que tira o jovem da rua e ensina o que a sala de aula sozinha não ensina. Tudo isso faz parte do que é necessário para uma família subir na vida pelo próprio esforço.
O Estado brasileiro tem falhado em quase tudo isso: faltou ensino de qualidade, faltou creche para a mãe trabalhar, faltou saúde preventiva e faltou apoio às famílias que cuidam de um idoso. Gastou-se muito e entregou-se pouco, porque faltou compromisso com o resultado e sobrou ideologia.
No governo Bolsonaro, voltamos a colocar a família no centro das políticas públicas e a defender uma escola que ensina, e não que doutrina, respeitando os valores que os pais passam em casa. Vamos retomar esse caminho, garantindo que os bons sistemas e as boas experiências sejam aproveitados por toda rede de ensino. Com isso, iremos muito além.
